INFORMALITY IN PRACTICE – n.2

This post is part of a series on informality in practice, to be published at regular interval on the ATS blog.

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Vacant houses, Baltimore (Photo by Flickr user cranky messiah, Creative Commons license)

n.2 

CORNER BOYZ N THE HOOD

Or: tapping into the latent potential of people

Straight from the epic tv series “The Wire”: how do you teach something to West Baltimore’s worst “corner boys”?

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INFORMALITY IN PRACTICE – n.1

Artesanado de Rua, Empresa Familiar, Cidade dos Mortos, Cairo
Artisan’s workshop, City of the Dead, Cairo (Alessandro Colombo)

n.1

INTRO

This post is part of a series on informality in practice, to be published at regular interval on the ATS blog.

Formally, the series constitutes a theoretically-ambitious attempt at exploring the implications of key insights from practice theory for the realm of urban governance (both analytically and normatively). In methodological terms, the series will implement a heuristic research strategy based (in terms of its epistemological premises) on the potential of bottom-up theorization via case studies research.

Practically, the series will publish short posts telling stories – possibly with short video clips and nice pictures of exotic places. If this thing is going to fly, it will first become something self-sustaining, then a must read for the local community of scholars, then a trail-blazing publication, then an H2020, and finally a hugely popular and critically-acclaimed tv series like Black Mirror – only focusing on the more optimistic side of life.

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Mudanças nas práticas dos consumidores: como as baterias dos telemóveis podem contribuir para a eficiência energética

Autora: Ana Horta

Se tem um smartphone já deve ter reparado na rapidez com que o pequeno aparelho fica sem bateria. Por isso há quem ande sempre com o carregador ou tenha comprado uma bateria de reserva ou power bank. Mas também há quem esteja a desenvolver uma nova prática: gerir o telemóvel de modo a evitar gastar energia desnecessariamente e assim prolongar a duração da bateria.

Uma investigação realizada recentemente mostra que gerir a energia do telemóvel é uma nova prática de muitos adolescentes. Sendo o grupo etário que mais utiliza o telemóvel e tendo geralmente grande facilidade em utilizar tecnologias eletrónicas, parte dos adolescentes está a adquirir um hábito que consiste em usar energia com mais eficiência. Este know-how poderá ser aplicado noutros domínios da sua vida quotidiana, com benefícios tanto a nível económico como ambiental. Dada a necessidade urgente de tornar sustentáveis as sociedades contemporâneas, o desenvolvimento desta prática é muito interessante do ponto de vista da mudança de comportamentos no sentido de um consumo de energia mais sustentável. Esta investigação mostra o processo de adoção desta prática, contribuindo para compreender como se processam algumas mudanças nos comportamentos relacionados com o consumo de energia.

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